A Nielsen e a NM Incite, uma empresa Nielsen /McKinsey, ilustram alguns resultados de uma pesquisa feita para o mercado americano que destacam o comportamento do consumo digital e padrões de consumo que podem ajudar anunciantes e marcas a entender seus clientes mais valiosos e como eles são influenciados pelas mídias sociais, móveis e locais.
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Do MídiasSociais.Net
Buscamos, neste blog, apresentar os fatos mais interessantes, as descobertas mais inquietantes e as últimas novidades sobre tecnologia, as redes sociais, o jornalismo on-line, as empresas de comunicação e a potencialização da interatividade entre os webjornais e os usuários.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O que as mulheres preferem: sexo ou internet?
Está circulando na internet uma pesquisa realizada recentemente pela revista americana Cosmopolitan com 2 mil leitoras que precisavam responder: "O que você não agüentaria ficar sem durante 1 semana – sexo ou Facebook, sexo ou computador, sexo ou TV, sexo ou sms?" A resposta que deixou os internautas abismados foi que 1 em cada 5 mulheres escolheram a rede social. Além disso, 57% escolheram o computador e 50% optaram pelo celular em detrimento ao sexo. Pesquisa semelhante já tinha sido realizada pela Intel, em 2008, para conferir a importância da rede na vida contemporânea. A conclusão da pesquisa, realizada também nos EUA, foi que as mulheres preferem a rede à cama. O estudo conduzido pela empresa Harris Interactive, concluiu que quase metade (49%) das mulheres entre os 18 e 34 anos prefere navegar na internet do que fazer sexo. Dos 35 aos 44 anos, 52% das mulheres preferem a internet. Antes de ficar abismados com o resultado das pesquisas americanas, temos que nos perguntar o papel que as novas tecnologias têm assumido também na vida das mulheres brasileiras de classe média/classe media baixa.E no Brasil: o que elas preferem?
Em abril de 2010, o ProXXIma evento que trouxe experiências e projetos de marketing e de marca do Brasil, apresentou um importante debate sobre o comportamento da mulher no mundo digital. A idéia era pensar em como essas mulheres utilizavam as redes sociais. Afinal de contas, do ponto de vista mercadológico, elas controlam 73% de compras nos Estados Unidos e 66%, no Brasil. Segundo dados da pesquisa de Sophia Mind para o “M de mulher”, 93% das suas usuárias usam redes sociais, deixando claro que a internet é a mídia mais consumida por elas. Ou seja, são mais de 32 milhões de mulheres na web, que procuram na internet conteúdos facilitadores para a sua rotina. Exatamente por isso elas buscam na internet e no celular aliados para ajudá-las nas tarefas cotidianas: informações precisas sobre como lidar com os filhos, dicas sobre o trabalho, a forma exata de aplicar maquiagem e como resolver problemas nos seus relacionamentos. Se levarmos em conta, então, a nova configuração da família fica fácil entender porque o público feminino faz a gestão de sua rotina através desses meios.
domingo, 30 de outubro de 2011
Nova tentativa de entrar no mercado de TV é realizada pelo Google
Acessar vídeos on-line e sites na TV e se divertir com aplicativos, como games, além de poder utilizar novas ferramentas para recomendação de filmes, programas de TV e vídeos virtuais: estes são alguns atrativos da Google TV. Inaugurada no ano passado e atualmente embutida em alguns modelos de televisores da Sony e de produtos da Logitech International, a Google TV teve a sua versão 2.0 lançada na última sexta-feira (28), trazendo novas funcionalidades que visam tornar o produto mais fácil de usar e mais atraente para os consumidores.
“O Google está fazendo outro esforço para levar sua astúcia na internet para aparelhos de televisão, na esperança de entrar em um mercado vasto e novo apesar da fraca reação dos consumidores à primeira tentativa. A companhia de buscas na web não revela quantos usuários tem para o Google TV, mas alguns analistas dizem que a versão 1.0 do produto tem sido um fracasso. Mas a TV é um segmento muito atrativo para o Google ignorar, especialmente para uma companhia que gerou 96% de suas receitas em 2010 de publicidade. Segundo a empresa de pesquisas IDC, o segmento publicitário televiso deve ficar próximo a US$ 70 bilhões nos EUA apenas neste ano”, informa uma matéria da agência Reuters publicada no portal Terra.
sábado, 29 de outubro de 2011
Como as mídias sociais estão impactando o jornalismo?
Por Cleyton Carlos Torres, publicado no OI em 25/10/2011
Traçar um cenário com um nível de previsão satisfatório e isento de erros quando o assunto abordado é o universo digital online é praticamente impossível. A internet é um ecossistema complexo e altamente impactado pelo comportamento e desejos humanos. Não há como definir com exatidão o que o digital irá imputar no futuro, mas é possível realizar alguns levantamentos do que ocorre hoje.
A internet, como um todo, já obrigou o jornalismo a rever muitos de seus conceitos básicos. O fato de unir em uma mesma plataforma todos os formatos existentes de meios de comunicação tradicionais existentes, resultando em uma mídia totalmente nova, a web, já seria o suficiente para bons debates e reflexões. Entretanto, o digital foi além da unificação dos meios. Ele possibilitou o “barateamento” da produção de informação. Nunca produzir conteúdo foi tão fácil, rápido e, principalmente, acessível para uma massa que até então só agia como receptora. Aliás, esse é outro fator que se desenvolveu na internet, que democratizou os produtores e praticamente extinguiu a linha de produção informacional no estilo fordismo com o qual o jornalismo trabalhava livremente.
A interação é essencial
Com o advento em massa e em escala global das mídias sociais, tais fatores foram maximizados e acelerados. O universo com qual o jornalismo estava apto a exercer sua função foi sucumbido, dando espaço para que usuários comuns também trabalhassem – e publicassem – suas opiniões. Até mesmo o tradicional agenda setting, onde a imprensa pautava a sociedade, sofre profundas mudanças e começa a ser obrigado a ouvir as impressões dos leitores. Com isso, é possível afirmar que a internet mudou, de maneira sem precedentes, o modo de se fazer jornalismo. Porém, é na mídia social que uma das maiores mudanças se consagra. A distribuição da informação ganha novos patamares, sendo capaz de atingir, ao mesmo tempo, massas colossais e impactar públicos segmentados de forma customizada.
Dois novos usuários se cadastram na rede social LinkedIn a cada segundo
Dois novos usuários a cada segundo que passa: esta é a média que a rede social profissional LinkedIn tem recebido. O dado foi divulgado pela vice-presidente da divisão de Iniciativas Estratégicas da companhia, Ellen Levy, no evento Nokia World, ocorrido em Londres na última quarta-feira (26).
No evento, a LinkedIn e outras redes sociais estiveram no centro dos debates, como informa uma matéria da agência de notícias EFE publicada no portal G1 nesta semana. "As redes sociais podem apresentar melhorias na eficiência dos trabalhadores e na competitividade das empresas, já que permitem a troca de informações entre ambas as partes. 'Fazem com que as coisas sejam feitas', segundo William Kennedy, vice-presidente da equipe de Comunicações em Escritório e Experiências Móveis da Microsoft. O fundador da Seesmic, Loïc le Meur, considerou que as companhias têm que se dar conta que as redes sociais 'não são mais coisas de adolescentes'. Com relação ao uso das redes sociais nos aparelhos móveis, Le Meur declarou que a escrivaninha tradicional 'está morta'. 'Olhamos para elas como velhos filmes de fita cassete', acrescentou", diz um trecho do texto.
No evento, a LinkedIn e outras redes sociais estiveram no centro dos debates, como informa uma matéria da agência de notícias EFE publicada no portal G1 nesta semana. "As redes sociais podem apresentar melhorias na eficiência dos trabalhadores e na competitividade das empresas, já que permitem a troca de informações entre ambas as partes. 'Fazem com que as coisas sejam feitas', segundo William Kennedy, vice-presidente da equipe de Comunicações em Escritório e Experiências Móveis da Microsoft. O fundador da Seesmic, Loïc le Meur, considerou que as companhias têm que se dar conta que as redes sociais 'não são mais coisas de adolescentes'. Com relação ao uso das redes sociais nos aparelhos móveis, Le Meur declarou que a escrivaninha tradicional 'está morta'. 'Olhamos para elas como velhos filmes de fita cassete', acrescentou", diz um trecho do texto.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Canal Bloomberg retransmite programação ao vivo e grátis para o IPad
O canal de notícias do mercado financeiro, o Bloomberg, lançou esta semana o “Bloomberg TV+”, que retransmitirá via tablet sua programação durante as 24 horas. O aplicativo é gratuito e permite acesso a conteúdos multimídia, a biografias, a cotizações da bolsa e demais informações financeiras. O chefe do departamento Móvil da Bloomberg, em entrevista a Mashable Entertainment, disse que o objetivo da experiência é fornecer aos usuários informação contextualizada e aproximar mais a marca das pessoas.
"Bloomberg TV +" mantém um arquivo de notícias recentes, incluindo entrevistas e dados sobre mercados de risco. O utilizador pode criar listas de reprodução de conteúdo de vídeo, para ver quando quiser, e também compartilhar e comentar sobre histórias dentro do aplicativo. E o sempre presente notícias do mercado pode ser personalizado pelo usuário.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
TV do futuro já era pensada por Steve Jobs e Apple deve lançá-la em 2012
Steve Jobs sabia como seria a TV do futuro e a Apple já deve estar, inclusive, produzindo-a. Quem garante é o biógrafo Walter Isaacson, responsável pela biografia autorizada de Jobs, falecido no início de outubro. Em uma das entrevistas para a biografia, o fundador da Apple teria dito a ele: "Eu gostaria de criar um aparelho de televisão integrado que fosse completamente fácil de se usar. Seria perfeitamente sincronizado com todos os seus dispositivos e com o iCloud. Esse televisor terá uma interface de uso mais simples do que você pode imaginar".
A Apple já estaria planejando o lançamento de uma TV inteligente, com um sistema de fácil uso. Tanto que alguns indícios levantados por alguns veículos especializados em tecnologia apontam para o lançamento no mercado de uma TV com um software da Apple integrado para algum momento do próximo ano. Essa televisão teria um sistema iOS, que permitiria a Apple transformar o aparelho de TV em um produto que iria além da exibição de vídeos. O equipamento funcionaria também como uma ferramenta para jogos, aplicativos, navegação pela programação e comentários nas redes sociais sobre o vídeo do YouTube que você está assistindo naquele momento.
“Além disso, essa futura TV poderia se conectar de forma simples aos outros dispositivos Apple, como o iPhone, iPad e o MacBook Air, dando uma linha de produtos totalmente integrados. Jobs ainda cita que o iCloud poderia se tornar o fio condutor de todos esses produtos, entregando o conteúdo para qualquer dispositivo Apple que você desejar”, informa o site VentureBeat em uma matéria publicada na última sexta-feira (21).
A Apple já estaria planejando o lançamento de uma TV inteligente, com um sistema de fácil uso. Tanto que alguns indícios levantados por alguns veículos especializados em tecnologia apontam para o lançamento no mercado de uma TV com um software da Apple integrado para algum momento do próximo ano. Essa televisão teria um sistema iOS, que permitiria a Apple transformar o aparelho de TV em um produto que iria além da exibição de vídeos. O equipamento funcionaria também como uma ferramenta para jogos, aplicativos, navegação pela programação e comentários nas redes sociais sobre o vídeo do YouTube que você está assistindo naquele momento.
“Além disso, essa futura TV poderia se conectar de forma simples aos outros dispositivos Apple, como o iPhone, iPad e o MacBook Air, dando uma linha de produtos totalmente integrados. Jobs ainda cita que o iCloud poderia se tornar o fio condutor de todos esses produtos, entregando o conteúdo para qualquer dispositivo Apple que você desejar”, informa o site VentureBeat em uma matéria publicada na última sexta-feira (21).
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Explode uso do livro eletrônico nos EUA
Ao contrário do que previam os especialistas, os avanços nas vendas dos conteúdos digitais para dispositivos eletrônicos têm sido assombroso nos Estados Unidos. Em 2010, as vendas alçaram 10% quando os editores esperavam entre 1% e 2%. Este ano já estão em 15%, segundo a Associaçao Book Industry Study Group (BISG).
Outros dados da BISG apontam que 25% dos leitores em papel passaram aos dispositivos eletrônicos, lendo em média um livro ou mais por semana. Desses, 75% tem aprovado e gostado da mudança. E seu perfil é o de um leitor que prefere o livro eletrônico aos tablets, que em sua maioria é do sexo feminino, tem entre 30 e 44 anos, é culto e morador de bairros residenciais.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Brasil vai usar redes sociais no combate à dengue
Entre as estratégias do Ministério da Saúde para combater a
dengue está o monitoramento de redes sociais. O anúncio foi feito no dia 10
desse mês e a ação terá início já em novembro, nos municípios com mais de 100
mil habitantes.
A ideia é que o monitoramento ajude a localizar regiões com
surtos da doença. Mensagens com palavras que remetem à doença, como febre,
serão rastreadas no Twitter e no Facebook e mapeadas de acordo a região de onde
a mensagem foi postada. Dessa forma, as equipes de combate ao mosquito
transmissor poderão focar mais os trabalhos em umas regiões que outras das
cidades.
O Ministério da Saúde, no entanto, não vai ficar só nas
redes sociais. Segundo o anúncio, "o Ministério utilizará todos os meios
de informação para antecipar as ações contra a dengue. As redes sociais serão
usadas dentro dessa estratégia”.
Twitter do Min. da Saúde: @minsaude
Facebook do Min. da Saúde: facebook.com/minsaude
Mais tablets que netbooks
Segundo pesquisa da ABI Research, as vendas de tablets
superaram as de netbooks pela primeira vez: foram 13,6 milhões de tablets
contra 7,3 milhões de netbooks vendidos no segundo trimestre de 2011 em todo o
mundo.
No trimestre anterior, a venda de netbooks era de 8,4
milhões contra os 6,4 milhões de tablets. “Os tablets são vistos como aparelhos
mais fáceis de usar, em comparação ao teclado e ao mouse necessário para a
interação com um netbook”, diz Jeff Orr, da ABI Research. “Apesar disso, o
custo não é algo que leva ao interesse em tablets. Em média, os tablets saem
por US$ 600 e o netbook médio sai por quase a metade disso”.
De acordo com a pesquisa, 68% das vendas de
tablets são do iPad, da Apple. A expectativa é de que 32 milhões de netbooks e
60 milhões de tablets sejam vendidos em todo o mundo em 2011.
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