quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Jornal francês La Tribune encerra atividades em papel

A crise que aflige a imprensa, em nível global, faz mais uma vítima: o jornal de economia La Tribune. Hoje, depois de 27 anos de existência, foi publicado seu último número em papel. Aos seus leitores, os motivos apresentados foram: "a redução a reduçao nas vendas, a caída da publicidade e os custos de distribuição".

Hoje também a justiça francesa decidiu sua venda a um consórcio do setor de imprensa, que pretende transformar o diário em uma ediç
ão semanal com menos da metade dos profissionais da planilha atual. Os novos administradores do jornal querem ainda manter a publicação de notícias na internet.

Fonte: 233.grados

Redes Sociais: A solidão dos espíritos

Por Washington Araújo, no OI

E as redes sociais tomaram conta de tudo. Não se deixa de ouvir a resposta da filha de 12 anos, ao ser chamada para ir dormir: “Mãe, peraí que estou fechando meu Face”; ou, então, algo mais específico como “já vou pai, deixa só eu postar essa foto minha com a Bia e aí vou correndo...”

Oras, se é assim para quem não aprendeu ainda nem duas ou três coisas da vida, imagine para um jovem de seus 18 aos 27 anos de idade – ou, para uma versão 1959, com seus 52 anos. Antes de fazer as pazes com o travesseiro há um mundo de coisas virtuais que precisam também dormir: as notificações de pessoas dizendo que são seus amigos no Facebook, os comentários mencionando você no Twitter, aquelas fotos ainda presas à vida de rascunho e que precisam seguir avante. O resultado é uma atividade incessante, como se a vida não passasse de mera dízima periódica, onde tudo se automatiza, tudo se fragmenta, até que você exale o sempre adiado mas certamente último suspiro do dia.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Saiba como transformar a sua timeline do Facebook em um filme de curta duração

Já pensou na possibilidade de transformar a sua timeline do Facebook em um filme de curta duração com direito a trilha sonora e tudo? Pois é exatamente essa a função do "Timeline Movie Maker", um programa gratuito que cria o vídeo automaticamente com apenas um clique. Lançada na última segunda-feira (30) pela agência de marketing Definition 6 em parceria com a rede social de Mark Zuckerberg, a aplicação é, sem dúvida, uma jogada de mestre do Facebook para promover o seu novo produto: a timeline, que será estendida automaticamente a todos os usuários a partir do próximo dia 07 de fevereiro, ainda que não venha sendo bem recebida por eles.

Após receber a permissão do usuário para acessar os dados da sua timeline do Facebook, o programa seleciona algumas fotos que o internauta postou na rede social e cria um vídeo que navega pelas publicações atuais e antigas. Se as imagens selecionadas não forem do gosto do usuário, ele pode substituí-las por outras e ainda escolher — entre cinco opções disponíveis — o tema musical do filme, que pode ser compartilhado apenas no Facebook. Porém, já há alguns exemplos no YouTube, como este abaixo:


Ficou interessado em conferir como ficaria o vídeo da sua timeline? Então é só clicar neste link para acessar o programa.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Missão Bioma: será plágio?

O newsgame "Missão Bioma", da Rede Globo, está fazendo sucesso, no entanto, também causou polêmica. Usando "armas" caricatas da natureza contra inimigos, também caricatos, que representam a poluição urbana, o jogador deve posicionar suas armas em pontos estratégicos da tela, para que elas reajam automaticamente contra as ameaças que se aproximam.

E, daí nasce a polêmica: a Popcap, empresa responsável pelo game "Plants VS. Zombies", um dos jogos mais populares da AppStore e que já tem versões para Android e consoles de mesa, achou o jogo desenvolvido pela rede televisiva muito familiar. A diferença é que as plantas, no caso da Popcap, atacam zumbis e não os inimigos da natureza.

Internautas fazem abaixo-assinado contra acordo mundial que pretende controlar a internet


Manifestantes em várias partes do mundo fazem um abaixo-assinado contra mais um acordo que pode restringir os conteúdos acessados na internet. O Acordo Comercial Anti-Pirataria (da sigla em inglês ACTA- Anti-Counterfeiting Trade Agreement) é a mais nova investida de alguns países, com loby da indústria de entretenimento e de grandes corporações, que visa punir qualquer pessoa que compartilhe arquivos que sejam considerados “piratas” ou até mesmo que compartilhe um simples artigo de jornal na rede.

O abaixo-assinado está sendo organizado pela ONG internacional Avaaz e deverá ser entregue antes da votação do ACTA pelo Parlamento Europeu em junho, que acontece em Bruxelas, na Bélgica. São esperadas pelo menos 500 mil assinaturas.

Abaixe suas armas contra as propostas de lei antipirataria

Por David Pogue (New York Times)

A esta altura, você já ouviu falar da Sopa (Lei para Parar a Pirataria On-line) e da Pipa (Lei de Proteção de Propriedade Intelectual). São projetos de lei de combate à pirataria que estão tramitando na Câmara e no Senado dos EUA, respectivamente.

Na última quarta [18/1], a internet protestou, na primeira vez em que grandes sites se uniram para uma ação política. As propostas, segundo os oponentes, permitirão que Hollywood cerceie a liberdade de expressão e danifique a internet livre. Porque sofro de curiosidade perversa, decidi estudar os projetos.

Ninguém contesta a alegação de que essas medidas foram concebidas pela indústria do entretenimento. O objetivo delas é resolver a crônica frustração desse segmento quanto ao fato de que a maior parte dos sites de pirataria que oferecem filmes, música e programas de TV gratuitamente está sediada fora dos EUA e fora do alcance da lei americana.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Bolaños: mais uma vítima da Rede


A suposta morte de Roberto Bolaños, criador do seriado Chaves (SBT), tomou conta das redes sociais nesta segunda-feira. Milhares de fãs do programa, diante do boato, postaram mensagens de luto. No entanto, segundo o escritório que cuida da carreira do artista, tudo não passa de “uma invenção de quem não tem o que fazer”.

Bolaños se encontra em Cancun e, conforme sua assessoria, está bem de saúde. Essa, porém, não foi a primeira vez que o artista desmentiu sua morte. Em  2010, a mesma informação tinha se espalhado na Internet.     

Ele é apenas uma das inúmeras vítimas. Como a veiculação de informações, na Rede, é muito rápida e de difícil controle, se torna cada vez mais comum a circulação de falsos boatos. Relembre algumas mentiras que viraram notícia:

UIT lança portal para incentivar mulheres a seguirem carreira tecnológica

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançou na última terça-feira (24/01) um portal para incentivar garotas, de 11 a 25 anos, a seguirem carreira no setor de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

O portal reúne 100 programas de bolsas de estudos, concursos, oportunidades de treinamento e estágios em todo o mundo.

Dessa forma, o site pretende estimular a participação feminina em uma área predominantemente dominada pelos homens. Para se ter uma ideia, na década de 80 as mulheres obtinha cerca de 37% dos diplomas de Ciências da Computação. Este número caiu atualmente para menos de 20%.

Calcula-se que na próxima década o mundo terá um déficit de quase 2 milhões de profissionais em TIC. Para acessar o portal, clique aqui.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Twitter vai censurar mensagens ofensivas

A rede social Twitter divulgou nesta semana que desenvolveu um sistema capaz de censurar mensagens que sejam ofensivas para determinadas culturas.

A empresa, que hoje abrange diversos países, afirma que a ideia de liberdade de expressão tem um significado diferente a depender da cultura e citou a França e a Alemanha como exemplos de países que proíbem conteúdos favoráveis ao nazismo. "À medida que continuamos crescendo em nível internacional vamos entrar nos países que têm diferentes ideias sobre os limites da liberdade de expressão", afirmou.


Links "sobrevivem" menos de quatro horas no Facebook

Um estudo inédito desenvolvido pelo encurtador de links Bit.ly chegou à conclusão de que o tempo médio de duração de um link na rede social Facebook é de 3,2 horas. A pesquisa chamada “Você compartilhou um link. Quanto tempo as pessoas vão prestar atenção” mensurou também o tempo de “vida” no Twitter e no YouTube.

NoTwitter, outra rede social bastante utilizada para divulgação de URL, o resultado não foi diferente do site de Mark Zuckerberg. Na rede dos 140 caracteres, um link não dura mais do que 2,8 horas. Já por meio do e-mails e das mensagens instatâneas o tempo de vida útil sobe para 3,4 horas. O recorde de permanência ficou com o YouTube: 7,4 horas seguidas.