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quinta-feira, 26 de abril de 2012

200 livros para download

Meu post, hoje, é de muita utilidade! São links de 200 livros em português, de diversos autores que escreveram sobre comunicação, informação, redes sociais e outras tecnologias. As obras estão disponibilizadas gratuitamente na internet para download.

A lista foi elaborada pelo blog Mídia8, que ainda disponibiliza links de outros títulos, publicados em inglês e em espanhol. Esta aí uma boa oportunidade para aumentar (ou iniciar) a sua biblioteca virtual.

Abaixo os dez primeiros títulos (continue a leitura para ter acesso aos demais):


01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)

terça-feira, 27 de março de 2012

A importância da regionalização da comunicação digital

Por Cleyton Carlos Torres, na edição 687 do OI

Uma das coisas mais fascinantes da globalização é a regionalização. Sim, a regionalização.
Quanto mais o mundo caminha para um ambiente altamente conectado e sem barreiras físicas, sociais ou culturais, mais observamos que a tecnologia trabalha em prol de uma comunicação mais pessoal, exclusiva, singular. É a versão 2.0 de um diálogo tête-à-tête mediado por máquinas e satélites.

Esse diálogo, é claro, não substitui o diálogo. Porém demonstra que ao mesmo tempo em que grandes conglomerados midiáticos amplificam seus tentáculos de ação, a comunicação procura, cada vez mais, migrar seu contato para uma conversa segmentada, customizada, entregando ao prosumer (produtor e consumidor de informação) grande parte daquilo que ele procura, deseja ou possivelmente almejará. Não há mais espaço para a massificação generalizada. O próprio número crescente de emissoras afiliadas é uma prova dessa regionalização da comunicação.

É claro que não podemos ser utópicos pensando que o marketing facilmente sairá dos grandes centros urbanísticos de um país, como São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre, para regiões densamente povoadas e industrializadas mas que não possuem o merecido destaque do universo da comunicação. É possível contar em uma mão (com sobra de dedos) agências, empresas ou eventos focados para locais fora das capitais.