Mostrando postagens com marcador crianças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crianças. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de março de 2012

Pesquisa revela que crianças preferem fazer perguntas ao Google do que aos pais

Essa história de você ser pego de surpresa pelo seu filho com perguntas – das mais variadas, numerosas e, por vezes, embaraçosas – pode estar com os dias contados. Uma pesquisa feita por uma universidade britânica revela que mais da metade das crianças prefere perguntar ao Google quando surge uma dúvida do que aos próprios pais.

Foram entrevistadas pela Universidade de Birmingham crianças e adolescentes com idades entre 6 e 15 anos. Cerca de 54% delas disseram que usariam o Google antes de sanar uma dúvida com os pais. E pasmem: apenas uma a cada quatro crianças perguntaria algo primeiro aos pais do que ao Google.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Site cadastra pais para produção independente de filhos


A internet, cada vez mais, revoluciona as relações humanas. Agora, homens e mulheres que decidiram ter filhos, mas estão sem um parceiro ou parceira, podem procurar um site voltado especialmente para quem quer ser pai ou mãe. O Modamily é uma agência virtual de encontros que funciona, por enquanto, apenas em Nova York, nos Estados Unidos,  prestando o serviço chamado de “co-paternidade”.

O site funciona de maneira bem simples. Cadastra-se um perfil contendo dados como altura, peso, religião, sonhos, defeitos, intenções e o número de filhos desejado. Informações sobre as pessoas com quem convive diariamente também são pedidas, para deixar claro quem teria contato com o bebê todos os dias. Fotos e até vídeo de apresentação são possíveis de acrescentar ao perfil. Tudo isso para fazer a melhor propaganda de mãe ou pai ideal. 


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Pesquisa revela que mais da metade das crianças nos EUA tem conta no Facebook ilegalmente


Os dados de uma pesquisa recém-divulgada pela Universidade de Nova York impressionam: nos EUA, mais da metade das crianças com até 12 anos de idade possui uma conta no Facebook, apesar de a restrição etária do site ser de 13 anos de idade. Além de mostrar que 55% das crianças contam com uma conta na rede social criada por Mark Zuckerberg, o estudo revela que 76% dessas crianças contaram com a ajuda dos pais para se registrarem na rede social mais popular do mundo.

Quase mil pais foram entrevistados em todo o território norte-americano e muitos deles confessaram não enxergar nenhum tipo de problema ao saber que seus filhos têm um perfil no Facebook. A alegação é que os amigos dos filhos desistiram do e-mail e adotaram a rede social para se comunicarem. Outro argumento utilizado pelos pais é de que as restrições impostas pelo Facebook são fúteis e impraticáveis.

“— É como ter uma grande travessa de doces na cozinha, e não deixar os seus filhos pegá-los. A Internet está em toda parte e ao nosso redor. Você não pode mais manter suas crianças longe da rede. Você precisa é ter uma longa conversa sobre aquilo que deve ou não ser feito online — disse Marc Smerlig, um dos pais entrevistados.

O limite etário do Facebook é definido pela Lei de Proteção à Privacidade Infantil Online, integrada à Lei Federal dos Estados Unidos em 1998. Zuckerberg é contra essa lei. Em maio, ele fez uma declaração enfatizando a importância ‘educacional’ que o seu site poderia ter para as crianças. ‘Minha filosofia é que a educação da criança precisa ser feita desde a mais tenra idade. Por causa das restrições legais, as crianças nem podem começar esse processo de aprendizagem’, disse Zuckerbgerg na ocasião”, segundo o jornal New York Daily News, que publicou em seu site uma matéria sobre a pesquisa.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mesmo proibidas para menores de 13 anos, redes sociais já recebem crianças entre 5 e 9 anos

Um terço das crianças que usam a internet está nas redes sociais: este é o resultado de uma recente pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI) sobre o uso de tecnologias por crianças entre 5 e 9 anos. O dado é curioso e chama a atenção pelo fato de muitos sites de relacionamento serem proibidos para essa faixa etária.

“Enquanto Twitter, Facebook e Orkut só aceitam maiores de 13 anos entre seus usuários, a idade mínima para entrar no Google+ é 18. A pesquisa foi realizada com 2.516 crianças, que foram ouvidas entre setembro e novembro do ano passado. Do total, 51% disseram já ter usado um computador, e cerca de metade delas (27%), internet”, diz uma matéria sobre o assunto publicada no portal da Folha de S.Paulo na última semana. O texto ressalta ainda que, destas quatro redes sociais citadas, somente o Twitter não faz a verificação de idade em cada novo perfil criado.