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domingo, 1 de abril de 2012

Empresas digitais deflagram ofensiva financeira sobre a imprensa

Por Carlos Castilho 
Observatório da Imprensa 

A edição 2012 do informe sobre o estado da imprensa norte-americana aponta uma tendência que pode mudar a cara das indústrias da comunicação tanto lá como no resto do mundo, inclusive no Brasil. Trata-se do crescente interesse das principais empresas da internet nos conglomerados jornalísticos que controlam os mais importantes jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão do planeta.

Amazon, Google, Facebook, Yahoo! e Apple emitiram recentemente claros sinais de que podem se aproveitar das dificuldades da imprensa convencional em enfrentar a aguda queda de receitas publicitárias para fazer “ofertas irrecusáveis” de parcerias em que a cereja do bolo é o valiosíssimo arquivo de notícias publicadas ao longo de mais de um século -- e a não menos cobiçada relação entre jornais e revistas com um público fidelizado há décadas.

Até agora as gigantes da internet preocupavam-se quase que exclusivamente em disputar mercados digitais entre si, sem dar muita importância para a imprensa convencional, vista com um certo desdém pelos executivos de Silicon Valley, a Meca dos empreendedores e nerds da internet.

Mas segundo o informe State of the News Media 2012, tudo isso está mudando. O YouTube fechou uma parceria com a Reuters, por meio da qual agência de notícias começará a produzir documentários jornalísticos para serem divulgados conjuntamente pelo site de vídeos controlado pela empresa Google e pela Reuters TV. O Yahoo! fez um acordo com a rede norte-americana de televisão ABC para ter a exclusividade de divulgação dos telejornais e séries da emissora ligada ao grupo Disney.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Google testa mudanças nas comunidades do Orkut


A última segunda-feira (10) foi um dia de mudanças na rede social Orkut. Os desenvolvedores da página disponibilizaram um modelo experimental de novas comunidades. O desejo de tentar modificá-las para melhor tem uma razão de ser: as comunidades são consideradas o grande atrativo do site, que, nos últimos meses, vem perdendo usuários para o Facebook e para o Twitter.

Entre as mudanças já divulgadas pelo Google, está a possibilidade de receber atualizações das páginas das quais o usuário mais gosta, adicionar vídeos nas descrições, ver fotos dos criadores de tópicos, responder a tópicos sem precisar mudar de página e realizar ações em massa nas comunidades que o internauta tem ou modera. O objetivo dessas modificações é melhorar o design e deixar as comunidades mais rápidas. As informações são do site Google Discovery, que publicou uma matéria sobre o assunto na última sexta-feira (7).