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sábado, 22 de setembro de 2012

Google desiste de concorrência com chinesa Baidu



Com enorme vantagem sobre os concorrentes, o Google é o motor de busca mais usado no mundo. Na China, porém, a empresa americana é uma mera coadjuvante. No país asiático, o  buscador mais popular é o Baidu.

Um dos pontos fortes do serviço chinês é um sistema que pesquisa e baixa músicas de graça, o Baidu Ting. Inicialmente, ele foi bastante criticado, acusado de promover a pirataria e só conseguiu aceitação após fechar acordos com algumas gravadoras. Depois disso, o serviço virou febre no país

O sucesso do Baidu Ting foi tamanho que o Google não perdeu tempo e anunciou, em 2009, o Google Music Search. A empresa duelou durante três anos com o sistema chinês, mas não alcançou êxito. Agora, segundo a Reuters, em comunicado à imprensa oficial, o Google admitiu o fracasso na empreitada e informou que, a partir do dia 19 de outubro, tirará do ar o seu buscador de músicas na China.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Religião sueca que prega a pirataria virtual é legalizada

A igreja do Ctrl+C e Ctrl+V, ou Kopimismo, é aprovada na Suécia. Esta crença, que considera os comandos “copiar” e “colar” como símbolos sagrados, foi reconhecida pelo governo,  na primeira reunião do ano, como religião oficial do país. Segundo o fundador do kopimismo, Isak Gerson, de 19 anos, a ideia de copiar e compartilhar informação é “o melhor e mais bonito que há”.

Os adeptos almejam a liberação gratuita de qualquer tipo de download e cópia de arquivos. De forma mais clara, o kopimismo segue o ideal da pirataria virtual com o argumento de que copiar informação de um cidadão é mostrar apreço, e não uma violação. Quem copia, defende Gerson, “pensa que você faz algo bom”.

O projeto é audacioso e ganhou força com a criação do Piratpartiet (ou partido pirata), em 2006. O grupo político conseguiu 7% dos votos, há dois anos,  nas eleições parlamentares européias. Um marco para a cultura digital e motivação para a religião iniciar a entrada em outros países. Tanto o partido quanto a religião apostam que o avanço na popularização da internet será o fator de impulso internacional e, por isso, buscam alternativas diversas para atrair os internautas.