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segunda-feira, 9 de abril de 2012

É hora de acabar com os velhos estereótipos sobre a mulher no mundo da Tecnologia

Uma carreira em tecnologia pode ser tão variada, interessante e glamourosa para mulher como é para os homens. No entanto, poucas vezes você vai encontrar um olhar sobre as mulheres no mundo da tecnologia. É preocupante não só porque as mulheres estão perdendo uma indústria dinâmica, mas porque a economia mundial sofrerá com a sub-representação feminina nessa área. Nesse ritmo, estima-se que pode demorar pelo menos 50 anos para as mulheres concorrerem igualmente com os homens nesse campo.

Então, o que está acontecendo de errado? Não é pela falta de oportunidades, pois elas são variadas e abundantes. Um dos maiores problemas é o preconceito sobre as escolhas das carreiras científicase e tenologicas. Muitas jovens não estão familiarizadas com os papéis de tecnologia que desde cedo é destinado aos meninos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sociedade Brasileira da Computação quer que tecnologia seja uma carreira atraente para mulheres


A Sociedade Brasileira da Computação está desenvolvendo um projeto para estimular garotas entre 10 e 16 anos a optarem por carreiras em áreas relacionadas à Tecnologia da Informação (TI). O projeto denominado "Meninas Digitais", realizado conjuntamente com a Women in Technology (WIT) - organização que estimula a presença de mulheres na área de tecnologia -leva fóruns e palestras ao Ensino Fundamental para desmitisficar a ideia que Tecnologia é coisa para homem. Além disso, o projeto promove a visita das meninas a alguns de seus funcionários em diversas cidades do mundo para participarem de oficinas sobre como desenvolver sistemas e lidar com ferramentas de internet, com o objetivo de mostrar a realidade do trabalho.

De acordo com dados da pesquisa conduzida pela Microsoft e a Sociedade Brasileira da Computação, o número de mulheres que terminam a graduação em cursos relacionados à informática têm caído significativamente desde a década de 1980. Se durante esse período, as classes tinham quase 50% de mulheres, atualmente, as classes de ciências da computação de universidades de todo o país são compostas, em média, por apenas 10% de mulheres. Entre as razões apontadas pelas garotas para evitarem os cursos de informáticas estão a dificuldade com a matemática e o medo de enfrentar o preconceito dos homens na rotina do trabalho.

Após as duas primeiras edições do fórum, foi criada uma lista de discussão na internet com 46 professores vinculados à SBC que decidiram ajudar o projeto para ampliá-lo para todo o Brasil. Assim, o grupo aposta que universidades de todo o Brasil possam promover fóruns para estimular a presença feminina em cursos de Tecnologia.