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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Guerra dos sexos no Google?


A Google quer descobrir o exato momento em que a empresa perde funcionárias mulheres para criar uma maneira de mantê-las no grupo. Os executivos estão preocupados com o fato de que muitas mulheres desistem durante o processo de entrevistas e não são promovidas com a mesma freqüência que os homens. Considerada uma empresa onde as mulheres se destacam, a Google se preoucupa agora com o porquê das mulheres dos níveis de comando estarem perdendo espaço na empresa.

Desde que Larry Page se tornou o executivo chefe e reorganizou o Google, no ano passado, as mulheres têm sido afastadas dos centros de comando ou são preteridas nas promoções. Isso inclui Marissa Mayer, que deixou a empresa em julho para comandar o Yahoo após ser deixada de lado pela Google.

Algumas pessoas afirmam que a saída das mulheres do topo da empresa é reflexo da cultura machista da engenharia. A percepção dos funcionários é que Page valoriza os profissionais de produtos, em detrimento dos funcionários voltados a negócios. E no Google, assim como em muitas outras empresas de tecnologia, os engenheiros de produtos costumam ser homens. Como medida paliativa, a empresa está incentivando mulheres do alto escalão a indicarem outras mulheres e também aumentou a licença maternidade de três para cinco meses e passou a pagar o salário durante esse período.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Executivos não querem cotas para mulheres nos conselhos administrativos

Uma pesquisa elaborada pela Hays Executive mostrou que os homens não são favoráveis a criação do sistema de cotas para mulheres em altos cargos de liderança. No Brasil, 75,4% dos entrevistados afirmam que as empresas onde trabalham são contra a implatação de cotas feminas em altos cargos. Na Europa, 59% dos europeus responderam que não.

A comissária de justiça da União Européia, Viviane Reding, declarou à imprensa que esperava que as empresas públicas na Europa tivessem 30% de mulheres em seu quadro de funcionários até 2015. Essa questão já atravessou a Avenida Madson, em Nova Iorque, onde manifestantes invadiram a entrada de escritórios do Facebook para entregar uma petição com 53 mil assinaturas, pedindo para a maior rede social do mundo adicionar as mulheres ao seu conselho administrativo. Vale lembrar que, apesar dos usuários do sexo feminino representam mais de metade dos 900 milhões de usuários, não há uma única mulher no Conselho Administrativo.