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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Perfil falso na internet pode se tornar crime

Quem usar ou construir perfis falsos em redes sociais ou em serviços e-mails, por exemplo, poderá ser acusado de praticar crime de informática. A proposta é da comissão de juristas que discute a reforma do Código Penal no Senado. Neste último dia 21, a comissão aprovou a criação de um capítulo sobre crimes cibernéticos dentro do texto legal.

De acordo a sugestão, seria submetido a uma pena de prisão de seis meses a um ano, ou multa, quem "acessar indevidamente" um site protegido por senha, mesmo que não divulgue os dados ali presentes. Apenas o risco de divulgação ou utilização indevida já provocaria a condenação do invasor.

sábado, 12 de maio de 2012

Site cadastra presidiárias que desejem começar relacionamento na prisão

Quando se imagina que não há possibilidade de se criar mais redes sociais, americanos lançam mais um site de relacionamentos, dessa vez para presidiárias buscarem um namorado. A nova rede se chama Meet – an- Inmate e explora um público novo, sob a justificativa de que apesar de estarem na prisão não significa que as mulheres presas sejam más.

O serviço é gratuito. Presidiárias e interessados fazem o cadastro no site. As mulheres preechem informações como altura, religião, previsão de soltura, além de postar duas fotos. Já os homens que tenham interesse em procurar uma namorada no site, podem refinar a busca por categorias, como idade (o site separa as idades de 18 a 65 anos).

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Jornalista palestina é presa por falar mal de presidente no Facebook

Não é de hoje que se tem notícias de jornalistas que, por utilizar as redes sociais para criticarem o governo do país onde vivem/trabalham, são censurados, advertidos e presos. Mas um recente caso noticiado pela Associated Press trouxe a questão da liberdade de expressão à tona novamente. 

No último dia 28 de março, a repórter Ismat Abdul-Khaleq, de 37 anos, foi presa por forças de segurança da Palestina após ter publicado insultos ao presidente Mahmoud Abas (foto) no perfil dela no Facebook. A mulher foi detida por ter acusado o presidente de ser um traidor e escrito que ele deveria renunciar.