terça-feira, 25 de outubro de 2011

Pesquisa revela que uma em cada três pessoas prefere conhecer pretendentes na internet

A interatividade proporcionada pela internet tem provocado profundas alterações nas relações interpessoais. Se antes era comum sair à noite para conhecer futuros(as) namorados(as), atualmente a maioria das pessoas prefere conhecer os pretendentes pela internet. Pelo menos, é assim que vem acontecendo no Reino Unido. De acordo com dados revelados pelo jornal inglês Daily Mail, um em cada três solteiros no país acredita que pode encontrar pessoas melhores na grande rede. Apenas um em cada seis britânicos afirma que seria melhor conhecer alguém em um bar ou pub, enquanto somente um para cada 12 considera as boates como melhor opção para se arrumar um “bom partido”.

Aproximadamente duas mil pessoas foram ouvidas na pesquisa e mais de 80% delas acreditam que as redes sociais são a melhor maneira de encontrar pessoas – não somente para namorar, como também para criar novos amigos. Outros dados da pesquisa são bastante curiosos. Como o de que 84% dos entrevistados confirmaram que sairiam com alguém com quem ainda não conhecessem pessoalmente, mas já tivessem conversado online.

"Tradicionalmente, isso era um tabu. No entanto, atualmente, parece que as pessoas perceberam o quanto a internet pode ajudar. Com a vida sendo tão atarefada atualmente, as pessoas saem mais com os amigos e não gostam de perder tempo flertando", explicou ao Daily Mail a CEO do site de relacionamentos Badoo, que encomendou a pesquisa, Jessica Powell.

Infográfico: 10 anos de iPod

Muito interessante o infográfico produzido pela equipe do Estadão e publicado hoje no caderno Link. Clique sobre a imagem para ampliá-la.


Suportes tradicionais e a realidade midiática

Por Magda Kaufmann, publicado no OI

"Considerado por diversos autores uma revolução tão importante quanto a provocada pelo desenvolvimento da máquina a vapor, o computador abriu uma nova porta para a humanidade. Através dele foi possível conectar o mundo, descentralizar o conhecimento e a informação. O surgimento constante de novos suportes desenvolve e aumenta as possibilidades das mais diversas comunicações midiáticas, proporcionando uma nova forma de consumo e influenciando o comportamento do consumidor inserido nessa tecnologia.

Hoje, é impossível se pensar em qualquer trabalho sem que exista algum tipo de tecnologia envolvida. Mas, com certeza, é na área do conhecimento e da informação que se encontra a maior influência do desenvolvimento tecnológico do último século. Há algum tempo, a diferença entre o conhecer e ignorar estava em saber ler e ter acesso a livros. Isso já não é mais suficiente. É preciso também possuir poder financeiro, conhecimento tecnológico e tempo para se atualizar continuamente. Todos os dias surgem novos suportes e diferentes formas de se acessar o conhecimento.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sistema de filtros é um perigo ao acesso livre de informações na internet

Antes eram os jornalistas gatekeeper, os chamados porteiros, os responsáveis por filtrar as informações que chegariam ao público, levando em conta critérios como relevância e interesse público. Hoje, do site de notícias ao blog de fofocas de celebridades às redes sociais, todos têm filtros, um sistema que rastreia o perfil do usuário e dá a ele o que “seria do seu interesse”. 

Os perigos e os excessos dessa personalização da informação na internet são questionados por Eli Pariser, autor do livro The Filter Bubble - What the Internet Is HidingFrom You. Para ele, cada vez mais os usuários estão menos expôs a ideias diferentes e mais isoladas em bolhas que nada podem acrescentar. O sistema de algoritmos de filtros é como um Big Brother, um vigilante constante, que tanto pode ser usado para fins comerciais como delimitar o acesso a informações em estados autoritários.

domingo, 23 de outubro de 2011

Morte de Muammar Gaddafi, capas alternativas ao sensacionalismo grotesco

Dia 21 de outubro, sábado, a morte de Muammar Gaddafi, o ex-líder máximo da Líbia, foi estampada em diferentes jornais pelo mundo com imagens fortes e perturbadoras. Seu corpo e seu sofrimento foram expostos sem pudor. Enquanto alguns escolheram essa forma sensacionalista, outros usaram a criatividade, o bom senso e respeitaram o leitor e o direito de qualquer ser humano, independente dos seus feitos, a ter um morte privada. 

A exploração do acontecimento não se restringiu aos jornais, a televisão e a internet - em webjornais, sites de notícias e blogs -  também exploraram ao máximo vídeos e fotos de Gaddafi ensanguentado, encurralado pelos "rebeldes" ou o seu cadáver em exposição. Nas devidas proporções, o mesmo aconteceu quando Saddan Hussein foi preso e depois morto e há poucos meses com a morte de Osama Bin Laden.

sábado, 22 de outubro de 2011

Nova rede social vai dividir lucro de anúncios com os usuários


Uma rede social que paga pelos posts dos seus usuários. Sonho? Na verdade não. Desde a última terça-feira, isso é uma realidade com o lançamento do Chime.in. Essa rede, criada pela UberMedia (que já desenvolveu vários aplicativos populares como o Echonfon), possibilita aos usuários compartilhar fotos, links, vídeos e textos de até dois mil caracteres e devolverá a eles metade da renda obtida com anúncios em seus perfis. Já as pessoas e empresas que venderem o espaço por elas mesmas ficarão com 100% do valor da publicidade. 


O sistema de pagamento aos usuários tem como objetivo não apenas recompensá-los, mas também utilizar o dinheiro como um atrativo para que as pessoas entrem nessa nova rede social e participem dela ativamente, um verdadeiro desafio para as novatas nesta época de ouro do Facebook e do Twitter. No Chime.in, é possível criar até cinco tópicos de "interesses" para cada post (chamado de chime na rede) e assinar feeds a partir dessas tags. Além disso, dá para seguir as pessoas, como no Twitter, mas com um filtro extra por conteúdo.


De acordo com o CEO da UberMedia, Bill Gross, a renda dividida com o usuário vai atrair conteúdos de qualidade ao Chime.in. “Empresas também se beneficiariam do novo sistema, garante o CEO, uma vez que poderiam efetivamente ter lucro com o conteúdo disponibilizado na rede, em vez de depender de seus sites oficiais - para onde os usuários nem sempre vão quando um link é compartilhado. Gross cita celebridades, produtoras de filme, série de TV e grupos de mídia como algumas das pessoas jurídicas que podem tirar proveito do sistema, e afirma que Disney, E! Entertainment, Universal Pictures e Bravo TV já se registraram na rede social”, informa o portal de notícias Huffington Post em uma matéria publicada nesta semana.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

NTY lucra e equilibra finanças com assinaturas dos usuários na web


Até pouco tempo cobrar pelo acesso aos webjornais na internet era algo inadmissível ao público. O New York Times está provando que é possível sobreviver e lucrar cobrando dos usuários. O webjornal anunciou que as assinaturas na web estáo gerando lucros e permitindo equilibrar a redução da publicidade.

Entre julho e setembro deste ano houve um retorno de 15, 7 milhões de dólares. Uma contrapartida favorável em relação a perda de 4,3 milhões do trimestre anterior. Também houve uma queda nos custos operacionais do webjornal em 3,6%.

Atualmente, o número de assinaturas na internet è de 324.000. Quanto ao jornal impresso NYT, também foi dada a boa notícia de que a publicidade recebeu um crescimento de 10,4% nos últimos meses.

Apesar de cobrar pelo acesso online, NYT.com continua a ser o site de webjornal mais visitado do mundo.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cidadãos poderão entrevistar chanceler alemã pelo YouTube

O governo da Alemanha decidiu utilizar o YouTube para ampliar a interação dos cidadãos com a chanceler do país, Angela Merkel. Está aberto desde a última quarta-feira (19) um canal próprio no site de compartilhamento de vídeos mais famoso da Web que permite aos internautas fazer perguntas à chanceler. Além disso, é possível avaliar as questões apresentadas, para escolher as dez melhores que Merkel irá responder a partir do dia 18 de novembro.

Para participar da entrevista à chanceler, os internautas não precisam ter uma conta própria no YouTube ou no Google. Com relação às perguntas, elas podem ser enviadas por texto ou através de um vídeo.

Uma nota oficial do departamento de imprensa do governo da Alemanha ressalta que "após as experiências positivas com o Twitter, o governo federal amplia sua comunicação através da internet no âmbito das redes sociais com o intuito de chegar aos usuários dos novos meios de comunicação", segundo informações do portal Terra, que noticiou o fato nesta semana.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Infografia mostra como o conteúdo é compartilhado na rede

A maior plataforma de compartilhamento de dados, a AddThis, está completando cinco anos. Para comemorar a data, eles publicaram uma infografia que mostra as tendências dos usuários quando compartilham conteúdo, como a hora de maior uso, dias da semana, as redes sociais que mais cresceram...

AddThis é uma plataforma que disponibiliza bookmarking. Essa é uma forma de divulgar artigos de sites e blogs na internet, possibilitando a que estes sejam visitados, comentados e votados pelos visitantes. O acesso ao serviço é simples, basta fazer um registro no site.

O infográfico foi feito a partir da experiência da plataforma, que permite aos seus usuários compartilhar mais de 300 destinos em aproximadamente 70 idiomas. São utilizados ainda cerca de 10 milhões de websites, alcançando 1,2 bilhão de pessoas a cada mês.



Entre os dados mais destacados estão:
  • A hora do dia que mais se compartilha conteúdo é as 9h30. 
  • O dia da semana com mais compartilhamento é a quarta-feira. 
  • O Twitter é o primeiro da lista dos sites, para recomendar conteúdo, com maior crescimento dos últimos tempos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Comitê prevê 80% dos lares brasileiros com internet até 2015

Até 2015, 80% dos lares brasileiros poderá dispor de internet. Esta é a estimativa do Comitê Gestor da Internet (CGI.br). De acordo com o Comitê, apenas 27% dos lares estão conectados atualmente e o total de residências que possui computador é de 35%.

“Entre os fatores que poderão ajudar a massificar as conexões são o triunfo de projetos como o Programa Nacional de Banda Larga, a ascensão social e ainda a criação de novos planos de acesso para incluir a população”, disse o conselheiro do CGI.br, Demi Getschko, na abertura do I Fórum de Internet no Brasil, que aconteceu na semana passada, em São Paulo, com a participação de membros da sociedade civil, representantes do governo, reguladores de internet e usuários comuns.

Outra previsão do Comitê é de que 100% dos usuários brasileiros de internet usem redes sociais até 2014 (comparado com os atuais 67%). No evento, Demi Getschko ressaltou que é necessária a criação de “medidas preventivas que previnam que os usuários fiquem totalmente nus perante as empresas de internet, que conhecem os hábitos de navegação, ao mesmo tempo em que não se comprometa a liberdade de uso”. As informações são do portal Folha.com, que publicou uma matéria sobre o assunto na última quinta-feira (13).