Buscamos, neste blog, apresentar os fatos mais interessantes, as descobertas mais inquietantes e as últimas novidades sobre tecnologia, as redes sociais, o jornalismo on-line, as empresas de comunicação e a potencialização da interatividade entre os webjornais e os usuários.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
O jornalismo e a revolução digital
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Animais de estimação têm redes sociais próprias na internet
Quem disse que cachorros ou outros animais de estimação não têm a sua própria rede social? Sim, existem várias páginas na internet exclusivas para eles. A pioneira no Brasil é a The Pet’s Universe, que conta atualmente com mais de 3 mil usuários-mascotes, entre cães, gatos, peixes, hamsters, coelhos e, por que não?, um cavalo e até uma dupla de porquinhos-da-índia.
Nessa rede social, os donos dos animais podem interagir, conversar no chat, adicionar amigos, postar fotos, ler dicas veterinárias e, lógico, encontrar pares para os seus bichos de estimação.
Outra página criada também com esses propósitos é o Animal Club. Essa rede social conta com aproximadamente 7 mil usuários (entre eles, um ouriço-do-mar), que trocam quase mil mensagens por dia. O curioso desse site é que, nele, os donos dos animais postam mensagens como se fossem os próprios bichos falando.
Nessa rede social, os donos dos animais podem interagir, conversar no chat, adicionar amigos, postar fotos, ler dicas veterinárias e, lógico, encontrar pares para os seus bichos de estimação.
Outra página criada também com esses propósitos é o Animal Club. Essa rede social conta com aproximadamente 7 mil usuários (entre eles, um ouriço-do-mar), que trocam quase mil mensagens por dia. O curioso desse site é que, nele, os donos dos animais postam mensagens como se fossem os próprios bichos falando.
terça-feira, 8 de maio de 2012
O pós-Facebook
Por Luli Radfahrer*
(Publicado na Folha Online em 30/4/2012)
Com quase um bilhão de usuários, o Facebook parece inquebrável. Seus números são tão grandes que chegam a se confundir com os da própria Internet. Entrelaçado a praticamente tudo que é social no mundo eletrônico, ele se tornou uma plataforma de interação ampla, usada para fins tão variados quanto publicar fotos, trocar ideias, ler textos ou jogar games cada vez mais complexos. Empresas de todos os tipos usam o cadastro do Facebook como crachá de identificação e todo dia surgem novos produtos e serviços desenvolvidos exclusivamente para ele. Um dos pilares do ambiente digital, é difícil imaginar o futuro sem ele. Não é à toa que a expectativa pela oferta pública de suas ações em Wall Street venha causando tanto furor.
Mas o mundo digital evolui muito rápido, e quem pretende ficar na frente não pode se acomodar se não quiser ser ultrapassado. Até há pouco tempo ninguém imaginava que a Microsoft seria ameaçada em sua hegemonia. Sorrateiramente, o Google foi invadindo o espaço com produtos e serviços integrados, apoiados na nuvem, pois tinha compreendido que o modelo de venda de software estava com os dias contados.
Hoje é importante pensar no que virá depois das mídias sociais. Modelo de comunicação praticamente inexistente há dez anos, hoje essas plataformas de publicação e compartilhamento se tornaram tão populares e influentes a ponto de reconfigurar a visão que se tinha da Internet. Se no final do século passado “estar online” significava ter acesso a bibliotecas do mundo inteiro hoje a experiência é muito mais próxima, informal e restrita.
Por mais que redes como o Facebook tenham abrangência global, os grupos de contato e interesse formados nela normalmente consistem de pessoas de uma mesma cidade, bairro, ambiente ou escola, trocando ideias a respeito do que foi publicado por alguns formadores de opinião. Seu uso não é tão diferente do compartilhamento de algo acontecido no jogo de futebol, novela, política, notícia ou publicidade nos papos informais cotidianos.
(Publicado na Folha Online em 30/4/2012)
Com quase um bilhão de usuários, o Facebook parece inquebrável. Seus números são tão grandes que chegam a se confundir com os da própria Internet. Entrelaçado a praticamente tudo que é social no mundo eletrônico, ele se tornou uma plataforma de interação ampla, usada para fins tão variados quanto publicar fotos, trocar ideias, ler textos ou jogar games cada vez mais complexos. Empresas de todos os tipos usam o cadastro do Facebook como crachá de identificação e todo dia surgem novos produtos e serviços desenvolvidos exclusivamente para ele. Um dos pilares do ambiente digital, é difícil imaginar o futuro sem ele. Não é à toa que a expectativa pela oferta pública de suas ações em Wall Street venha causando tanto furor.
Mas o mundo digital evolui muito rápido, e quem pretende ficar na frente não pode se acomodar se não quiser ser ultrapassado. Até há pouco tempo ninguém imaginava que a Microsoft seria ameaçada em sua hegemonia. Sorrateiramente, o Google foi invadindo o espaço com produtos e serviços integrados, apoiados na nuvem, pois tinha compreendido que o modelo de venda de software estava com os dias contados.
Hoje é importante pensar no que virá depois das mídias sociais. Modelo de comunicação praticamente inexistente há dez anos, hoje essas plataformas de publicação e compartilhamento se tornaram tão populares e influentes a ponto de reconfigurar a visão que se tinha da Internet. Se no final do século passado “estar online” significava ter acesso a bibliotecas do mundo inteiro hoje a experiência é muito mais próxima, informal e restrita.
Por mais que redes como o Facebook tenham abrangência global, os grupos de contato e interesse formados nela normalmente consistem de pessoas de uma mesma cidade, bairro, ambiente ou escola, trocando ideias a respeito do que foi publicado por alguns formadores de opinião. Seu uso não é tão diferente do compartilhamento de algo acontecido no jogo de futebol, novela, política, notícia ou publicidade nos papos informais cotidianos.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Facebook lança filme para atrair investidores
O Facebook começou, hoje, uma campanha na Internet para atrair acionistas antes da
abertura do IPO (oferta pública oficial de ações). Mark Zuckerberg e sua equipe
divulgaram um vídeo de 30 minutos e 59 segundos que mostra a história, planos
futuros, avanços e vantagens de investir na empresa.
O filme é
dividido em cinco partes onde cada integrante da equipe explica a sua visão
sobre o mercado e investimentos. O intuito do vídeo "Facebook Roadshow" é esclarecer ao potencial acionista quais as formas de adquirir capital através da rede social.
Mulheres no Iêmen usam tecnologia digital para denunciar assédio sexual
Um grupo de mulheres tem chamado a atenção para a violencia sexual no Iêmen. Atualmente, o Iêmen não tem qualquer legislação específica para proteger as mulheres contra o assédio sexual. Por isso, um grupo liderado por Ghaidaa al Absi usa a tecnologia digital como um meio para garantir seus direitos. Com a campanha "Desafiando o Silêncio", elas pretendem denunciar a agressão sexual contra as mulheres e punir os agressores.
Como parte do trabalho, mais de 200 mulheres foram treinadas no uso do software livre para se tornem vozes ativas de suas comunidades usando mapas do Google, Wiki e Facebook e Blogs. Elas estão produzindo um mapa interativo que revela em 'tempo real' locais perigosos, onde o assédio sexual tem sido relatado. Com essa trabalho, as ciberativistas procuram dar visibilidade aos abusos e propoem soluções para garantir a segurança das iemenitas, apesar das dificuldade de acesso em determinadas áreas.
Como parte do trabalho, mais de 200 mulheres foram treinadas no uso do software livre para se tornem vozes ativas de suas comunidades usando mapas do Google, Wiki e Facebook e Blogs. Elas estão produzindo um mapa interativo que revela em 'tempo real' locais perigosos, onde o assédio sexual tem sido relatado. Com essa trabalho, as ciberativistas procuram dar visibilidade aos abusos e propoem soluções para garantir a segurança das iemenitas, apesar das dificuldade de acesso em determinadas áreas.
Marcadores:
Ciberativismo,
Mulheres,
software livre,
Violência contra mulher
sábado, 5 de maio de 2012
"Imagine um mundo sem direito à informação, a questionar ou a expressar uma opinião"
Apesar de que "expressar uma crítica, exigir responsabilidades e justiça são direitos inalienáveis a todos", somente "17% da humanidade goza de liberdade de expressão sem restrições", segundo informa a Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias.
Para marcar o dia da Liberdade de Imprensa, comemorado em 3 de maio, a entidade divulgou um vídeo mostrando como a falta da liberdade de expresão mina o direito a todos os demais direitos dos cidadãos e afeta aos profissionais de comunicação que, muitas vezes, acabam "vítimas de violência física e perseguições por parte de governos, grupos terroristas ou traficantes". Confira o vídeo.
Para marcar o dia da Liberdade de Imprensa, comemorado em 3 de maio, a entidade divulgou um vídeo mostrando como a falta da liberdade de expresão mina o direito a todos os demais direitos dos cidadãos e afeta aos profissionais de comunicação que, muitas vezes, acabam "vítimas de violência física e perseguições por parte de governos, grupos terroristas ou traficantes". Confira o vídeo.
Rede varejista usa Facebook e Twitter para contratar novos funcionários
As redes sociais se tornaram de vez ferramenta para quem busca um emprego, inclusive para os profissionais da comunicação. Uma prova disso é a seleção que a Pontofrio.com, site de e-commerce de empresa varejista do país, lançou nessa semana: selecionar novos analistas de redes sociais pelo Facebook e Twitter.Para candidatar-se às vagas é preciso estar concluindo ou ser recém-formado em comunicação, jornalismo, publicidade, marketing ou rádio e tv e possuir boa redação. É imprescindível o domínio das ferramentas de gerenciamento de rede e mídias sociais, além de conhecer o catálogo de produtos da empresa.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Um jornalista é morto a cada 5 dias no mundo, revela ONG
Neste ano, um jornalista foi assassinado a cada cinco dias no mundo. Essa estatística assustadora foi divulgada pela ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF) nesta quinta-feira (3), o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Em nota, a entidade informou que, "desde o início do ano, 21 jornalistas e 6 blogueiros perderam a vida, sobretudo em zonas de conflito, como Síria e Somália". Ainda no comunicado oficial, a RSF fez uma crítica aos líderes que, segundo a organização, atuaram como "predadores da imprensa" e qualificou o presidente sírio, Bashar Assad, e as milícias somalis como "verdadeiros açougueiros". Ao todo, 41 organizações e líderes "hostis à liberdade de imprensa" foram listados pela ONG. A lista de inimigos da liberdade de imprensa elaborada pela RSF recebeu seis novos membros: o grupo radical islâmico da Nigéria, Boko Haram; a junta militar que governa o Egito; o ministro da Informação da Somália, Abdulkadir Hussein Mohamed; e Vasif Talibov, governante da região autônoma de Nakhchivan, no Azerbaijão. Também foram incluídos na lista os serviços de inteligência do Paquistão e o novo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Facebook agora permite que usuários se declarem doadores de órgãos na rede social
Incentivar os seus mais de 900 milhões de usuários a combater a falta de órgãos necessários para realizar transplantes que podem salvar vidas: este é o objetivo do Facebook ao lançar, nesta terça-feira (1º), uma ferramenta para que os usuários se declarem doadores de órgãos. A rede social habilitou a categoria "Doador de órgãos" no perfil como parte da opção "Saúde e bem-estar", sob a epígrafe "Acontecimento cotidiano". Uma vez ativada, a condição de doador poderá ser compartilhada com amigos e com a família. O internauta poderá indicar onde reside, desde quando é doador e os motivos que o levaram a essa decisão. Para os executivos da rede social, o Facebook pode desempenhar um importante papel para conscientizar as pessoas sobre os benefícios da doação de órgãos pelo simples fato de os usuários contarem a seus amigos que são doadores.
domingo, 29 de abril de 2012
O título "notícias urgentes" é mal usado pelos meios de comunicação
Nos últimos anos, as redações de jornalismo vêm buscando integrar as publicações impressas ao online, o design na internet dos cibermeios vem sendo aprimorado, mas algo mais tem mudado no ecossistema dos meios de comunicação. O título “notícia urgente” que antes classificava apenas os fatos “quentes”, “de última hora”, virou uma regra nas chamadas do jornalismo. Essa é análise de Adrián Fernández, editor da BBC Mundo, em um artigo publicado em seu blog.
O conceito de notícias urgentes foi inventado pela agência Associated Press no início do século XX, para definir e destacar as notícias mais importantes em processo de apuração. Mas, na atualidade, segundo Fernández, “praticamente qualquer notícia recebe o título de “urgente”, “alerta informativo” ou "flash" (breaking news em inglês)”, sendo usados de maneira excessiva.
O conceito de notícias urgentes foi inventado pela agência Associated Press no início do século XX, para definir e destacar as notícias mais importantes em processo de apuração. Mas, na atualidade, segundo Fernández, “praticamente qualquer notícia recebe o título de “urgente”, “alerta informativo” ou "flash" (breaking news em inglês)”, sendo usados de maneira excessiva.
Assinar:
Postagens (Atom)



